Despedida

Postado em *** Edição III ***, Camila Schafer em 18 18UTC junho 18UTC 2010 por enfoquebras

Por Camila Schafer

Na última visita à Vila Brás, pude ver como o jornal é famoso entre os moradores e como eles gostam de se ver nas páginas do Enfoque. Saímos perguntando aos moradores que pauta eles sugeririam ao jornal e, como imaginávamos, surgiram muitas reclamações.

Sabemos que o Enfoque Vila Brás já ajudou muito os moradores, por isso quando eles nos procuram é com algum problema. Nesse sentido, gostaria de sugerir: por que não levar este projeto a outros bairros? A cada semestre poderia ser um bairro diferente. Seria uma experiência nova para outros moradores e também para os alunos.

Gostei bastante da experiência e desejo sorte aos colegas do próximo semestre!

Despedida

Postado em *** Edição III ***, Taís Seibt em 18 18UTC junho 18UTC 2010 por enfoquebras

Por Taís Seibt

Estamos todos despedidos da redação do Enfoque Vila Brás. Semestre que vem, caberá a outros colegas a missão de desvendar uma realidade que é velha conhecida de quem nos lê. Isso é o que, para mim, fica de mais interessante na experiência do Enfoque. Em três horinhas num sábado de manhã, temos a tarefa de conhecer minimamente o lugar, as pessoas e identificar algo que seja o mais próximo de uma notícia, ou pelo menos de uma boa história. O que não chega a ser um problema na Brás.

“História é o que mais tem aqui”, disse a comerciante Carla Lopes Thambourimdeguy, 49 anos, que me serviu de pauteira nesta última edição do semestre. De fato, ela me indicou quem me contasse a história da Vila propriamente dita, ou pelo menos parte dela.

Carla me apresentou alguns dos primeiros moradores da Brás, gente que literalmente construiu o bairro. As primeiras casas foram feitas pelos próprios moradores, que se organizaram em mutirões. Não tinha água encanada, então quem perfurava poços no pátio de casa distribuía em baldes para os vizinhos.

Luz, escola, ônibus, asfalto… tudo faltava. Só não faltava esperança. Vinha gente de todo lado para a Brás, na expectativa de começar uma vida nova. Começaram um bairro novo. Pode faltar ainda muita coisa na Brás, mas realmente não faltam boas histórias, muito menos boa gente. Tomara que tenhamos saído de lá melhores jornalistas também.

 

Na foto, Carla Lopes Thambourimdeguy. Ela comenta a matéria de capa da edição passada: “Vamos dar mais um voto de confiança pro prefeito”. Então tá!

Comunicação face a face = eficiência

Postado em *** Edição III ***, Luís Henrique Vieira em 18 18UTC junho 18UTC 2010 por enfoquebras

Por Luís Henrique Vieira 

Quando fui posto diante da nova metodologia para produção das pautas fiquei um tanto preocupado com o resultado da matéria. A ideia de que era preciso fazer uma espécie de pré-produção das matérias me lembrou a burocracia das reportagens de televisão, onde existem muito mais dificuldades para alcançar os objetivos almejados. Por outro lado, logo pensei que estava me aproximando da verdade base do jornalismo, que é uma ampla coleta e a apuração das informações.

Talvez o sentimento inicial seja por conta do cotidiano do jornalismo que enfrentamos hoje nas redações, fazendo muitas entrevistas por telefone e e-mail. Essas plataformas de comunicação foram encontradas como solução para aproximar as pessoas, mas não são as mais adequadas para a comunicação.

Neste trabalho a ideia de que a comunicação face a face é mais eficiente se fortaleceu. Há muito menos ruído, muito menos entraves e muito mais entendimento diante do que os entrevistados querem dizer.

Vila Brás vencendo batalhas

Postado em *** Edicao II ***, Luís Henrique Vieira em 18 18UTC junho 18UTC 2010 por enfoquebras

Por Luís Henrique Vieira

O segundo dia de visita à Brás foi mais interessante. Conhecer um pouco mais a comunidade facilitou o contato com os moradores e a agilidade para a apuração das informações. Isso também se deveu à idéia da pauta- que se propunha a descobrir o quanto afligia o bairro uma preocupação eminentemente humana e universal: a segurança.

 Foi legal perceber que a comunidade está vencendo batalhas. Uma delas são os arrombamentos às casas. O que era rotina antigamente, virou exceção. É claro que existem os mais pessimistas, que acreditam que não houve melhora, mas o progresso deve ser comemorado como uma vitória.

Também foi interessante perceber que alguns moradores ficaram felizes com o reconhecimento de algo que está melhorando na Brás. Pareceu-me que os moradores sentiram-se incentivados a continuar a caminhada.

Expresso Brás

Postado em *** Edição III ***, Natália Cagnani em 18 18UTC junho 18UTC 2010 por enfoquebras

Por Natália Cagnani 
 
Em meio à última visita à Brás, o frio, a ameaça de chuva e a inevitável sensação do sono da manhã. Prometia ser aquele sábado, mas não foi o que aconteceu.
Na Leopoldo Wasun, alguns passos à frente e o maço de jornais debaixo do braço já estava nas mãos dos curiosos leitores. A distribuição foi quase que imediata. Era só avistar o Enfoque – “Posso pegar um?”, perguntavam. “Deixa alguns aqui para eu distribuir”, pedia uma comerciante. Para uma jornalista/jornaleira de primeira viagem, sensação de missão cumprida.

A Renata, nossa colega, fez questão de guardar um jornal para a Dona Tita, com quem conversou na última edição

Ouvimos tantos moradores, uns com pressa para chegar ao trabalho sem muito tempo para bater um papo, outros relaxados respondendo sem serem questionados (na maior boa vontade mesmo). Era a voz da Brás.
No caminho, dois registros, no mínimo curiosos, que chamaram a atenção. As fotos estão abaixo.

Esta "invenção" estava na frente de uma ferragem, marketing criativo que remete àqueles bonecos de posto

Ligação para serviço de mototáxi gratuita, basta discar 9090

E as premeditações para o dia? O frio foi embora assim que começamos a andar para distribuir os jornais e ouvir as sugestões dos moradores da Brás, nossos pauteiros. A chuva não apareceu, apenas as nuvens encobriram o céu. E nada como uma xícara de café para espantar o sono. No fim, tudo passou, e nós passamos pela última visita à Vila e pela experiência de ouvir, mais do que nunca, o que eles tinham para nos contar.

Tchau Vila Brás

Postado em *** Edição III ***, Renata Strapazzon em 18 18UTC junho 18UTC 2010 por enfoquebras

 Por Renata Strapazzon

   
Quatro meses de aula, três visitas a Brás. Três textos, algumas fotos, alguns contatos, algum conhecimento. Este foi o saldo de um “semestre” de dedicação à cadeira de Redação Experimental em Jornalismo.  A disciplina de final de curso não nos apresentou muitas novidades. Depois de anos passando por estágios e de realizar tarefas semelhantes em outras cadeiras, fomos a campo da mesma forma como enfrentamos nossas pautas diárias nos nossos trabalhos. Por mais que a Brás seja um local onde as dificuldades afloram já na entrada da Vila, não há algo de diferente para noticiarmos.
 
Pessoas talentosas, problemas com a prefeitura, tráfico de drogas, tudo já virou tema batido nas nossas cidades, no nosso Estado, no país e no mundo. Transmitindo isso para uma Vila onde mais de 100 edições de um mesmo jornal foram produzidas somente lá a coisa complica.
 
Desde a nossa primeira visita percebemos que, assim como os alunos, os próprios moradores já não se sentem tão à vontade tendo de receber o mesmo tipo de jornalismo todos os anos. Umas das minhas primeiras fontes esnobou-me dizendo que já havia aparecido mais de 10 vezes no Enfoque. Pela gargalhada que acompanhou o comentário da senhora deu para perceber que aparecer no jornal produzido pelos estudantes da Unisinos soa como piada. Algo como “eles brincam de ser jornalistas e eu brinco de ser fonte”.
 
Uma disciplina como a de Redação Experimental poderia ser muito melhor aproveitada. A cada novo semestre, uma nova vila poderia ser agraciada com o projeto. Além de limitar-se apenas à produção de matérias tínhamos de ter tido contatos com profissionais experientes do ramo. Palestras sobre jornalismo policial, jornalismo comunitário, enfim, nichos da profissão que mais se aplicam às vilas.
 
Eu particularmente esperava muito mais da disciplina e das visitas à Brás. Concluo minhas atividades com a sensação de que poderia e deveria ser muito melhor. Pelo valor que pagamos e por estudar-mos naquela que gaba-se em ser a melhor universidade particular da Região Sul acredito que mereceríamos algo mais aproveitável nesta cadeira.
 
Ficam aqui as minhas considerações sobre a disciplina e sobre o Enfoque da Brás.  Para ilustrar o post utilizo a foto de um dos últimos “amigos” que fiz no local. Um cachorrinho tão fofo que se eu pudesse traria no ônibus.  Tchau Vila Brás e boa sorte às próxima turmas.   

Crédito: Renata Strapazzon

É hora de reivindicar!

Postado em *** Edição III ***, Adam Scheffel, Rosanna Ramos em 18 18UTC junho 18UTC 2010 por enfoquebras

 Por Adam Scheffel e Rosanna Ramos

Sim, a Vila Brás cresceu consideravelmente depois de suas mais de duas décadas. Mas ainda há muitas coisas a serem feitas. O Enfoque Vila Brás foi às ruas e oportunizou os moradores a reivindicarem as principais mudanças que devem ser feitas.

SAÚDE

Doença é um problema que não escolhe dia nem horário para aparecer. Mas um dos graves problemas que a comunidade tem enfrentado é o estreito horário de atendimento do Posto de Saúde da Brás. Com funcionamento de segunda a sexta-feira, das 8 horas ao meio dia e das 13h30 às 17 horas, os moradores precisam madrugar para retirar uma ficha. “É preciso estender o atendimento”, reclama Paula*, 41 anos. “Os horários são horríveis. Este posto é só um quebra galho”, resume indignada. Camila*, 27 anos, também enfatiza que os horários para receber atendimento são curtíssimos, além de faltarem médicos no posto.

EDUCAÇÃO

Quem tem filhos pequenos sabe o quão ruim é não ter uma creche para deixar as crianças enquanto assumem o trabalho do dia a dia. Muitos têm ate deixado de lado o emprego para poder cuidar dos filhos. Aqui esta outra preocupação dos moradores: a falta de vagas nas creches públicas.

Apenas uma creche da Brás é municipal e está com a lotação completa. Teresinha da Silva Costa diz que a demanda de pais com crianças pequenas é muito grande e a maioria não tem onde deixar os filhos para ir trabalhar. “Eu estou há 23 anos aqui, criei todos meus filhos na Vila e sempre tive que contar com a ajuda de parentes. Hoje a situação não mudou”. De acordo com Luiz dos Santos Costa, marido de Teresinha, ele e a esposa até já pensaram em abrir uma creche. “Pensamos em criar um espaço para cuidarmos das crianças pequenas, mas a burocracia não permitiu. Gostamos daqui, a Vila já melhorou muito, mas pequenos ajustes ainda precisam ser feitos e, se cada um fizer a sua parte, construiremos um lugar ideal para se viver”, conta.

LAZER

O que era para ser um espaço de lazer e diversão vem se tornando um grande depósito de lixo. A Praça da Vila Brás, inaugurada há pouco mais de três anos pela prefeitura de São Leopoldo, agora reúne galhos, sofás e móveis que não tem mais serventia. O problema vem crescendo desde o final do ano passado, quando a prefeitura anunciou que iria recolher apenas o lixo domiciliar. Para Silvino Gomes, morador da Vila há 21 anos, a conscientização tem que partir do esforço coletivo de toda a comunidade. “A cada dia vemos acumular mais sujeira. O pessoal corta os galhos e não se preocupa muito com o destino do seu lixo. Não adianta apenas pagar alguém para recolher, se os catadores largam na praça. Tem que se certificar que de o descarte será feito em local e de maneira apropriada”, conta. Olinda Nunes mora na Brás há 22 anos e diz que do ano passado para cá, ficou visível o acumulo de entulhos no local. “Nossa praça era um lugar de lazer e diversão e agora virou um lixão a céu aberto. Sem contar o perigo de doenças que isso acarreta”, ressalta, preocupada.

Despedida com chave de ouro!

Postado em *** Edição III ***, Andressa Pazzini em 18 18UTC junho 18UTC 2010 por enfoquebras

Por Andressa Pazzini

 
Na última ida à Vila Brás, consegui a melhor pauta de todas as três visitas. Não que as outras não sejam boas, claro que são! Mas sou suspeita de comentar sobre esta porque sou apaixonada por dança e, nessa última vez, pude encontrar um projeto social bem bacana que, através da dança, aproxima da arte os moradores da Brás.

Como o de costume, o ônibus nos deixou em frente à Associação de Moradores, pegamos alguns exemplares do Enfoque e saímos a distribuir aos que passavam na rua. Ao mesmo tempo, aquele “pequeno” desespero de não conseguir nada de interessante vinha à cabeça
(novamente). Porém, desta vez tínhamos um desafio: ao invés de sairmos caçando alguma pauta, sairíamos caçando alguém que nos indicasse uma. 

Caminhei, caminhei, caminhei até fazer o caminho de volta e entrar em uma loja, em frente à Associação, onde encontrei a vendedora Márcia Schütze (sim, irmã do presidente da Associação, Claudemir Schütze). Perguntei a ela se gostaria de ver algum tema que ainda não tivesse sido matéria no Enfoque na próxima edição. Ela pensou por alguns instantes e disse que um problema enfrentado pelos moradores da Vila era a falta de uma linha de ônibus que fizesse o trajeto da Brás diretamente para o Centro de São Leopoldo. “As vezes temos só o horário de almoço para irmos no banco e o ônibus leva cerca de 25 minutos pra chegar lá, são 50 minutos de ida e volta e não temos esse tempo”, disse ela.

Comecei a anotar o que me dizia, até que Márcia mudou de idéia. “Mas eu acho melhor tu contar a história do projeto de dança do qual meus filhos participam”, disse ela. Pedi para me dar algumas informações sobre esse projeto e com quem eu poderia falar. “Agora a tarde vai ter uma apresentação deles no salão dessa Igreja aqui atrás, eles estão montando o cenário e ensaiando. Pode ir ali falar com eles”. Além de me indicar a pauta, Márcia comentou que seus filhos adoram o projeto e os colegas, além de adquirirem mais responsabilidade depois que entraram no grupo. Agradeci a informação e fui ao local indicado.

Chegando lá, encontrei crianças e jovens muito animados. Alguns ensaiando e os demais ajudando a montar o cenário. Falei com um dos professores do grupo, Adriano Guerra, noivo da idealizadora do projeto, Graciela de Oliveira. Adriano me contou a história do Explosão da
Dança, projeto que existe há cinco anos na Brás, aproxima os integrantes da arte e conta somente com o apoio da comunidade. Naquela tarde, eles fariam uma apresentação com o objetivo de arrecadar fundos para a participação no festival São Leopoldo em Dança, que ocorrerá no final de junho.

Entrevista com Adriano Guerra, esposo de Graciela e também professor de dança do Grupo

Infelizmente, não consegui falar com Graciela, que estava em um curso. Mas Adriano me forneceu as principais informações para que depois eu pudesse aprofundar algumas questões com Graciela, por telefone. Além de conversar com Adriano e algumas crianças, tive a oportunidade de assistir ao ensaio e perceber a alegria e o orgulho que estavam sentindo por apresentarem a sua arte à comunidade da Brás.

E foi assim que consegui minha pauta para a última edição do Enfoque que a nossa turma irá produzir. Despedida com chave de ouro!

Parte do grupo durante ensaio para a apresentação que ocorreria naquela tarde

Vila boa pra cachorro

Postado em *** Edição III ***, André Carvalho, Elis Braz em 18 18UTC junho 18UTC 2010 por enfoquebras

 Por André Carvalho e Elis Braz

Sentados a porta de sua casa, o casal Fábio Andrei da Silva e Gisele Silva apreciavam um bom chimarrão, enquanto viam seus cachorros brincarem na rua, como crianças travessas.

 Moradores da vila a seis anos, pais de duas filhas e donos de um pequeno bazar ao lado da residência aonde moram, o simpático casal se diz apaixonado por cachorros. Só em casa, eles têm quatro. Dois deles, pegos na rua.

 Priscila, a mais velha, vive com a família desde que chegaram à vila. Ela é mãe do Filhote. Isso mesmo, o nome do cachorrinho é Filhote. Segundo eles, logo que ele nasceu, precisava de um nome e Filhote era o que mais se encaixava. Também há o Fera, que ganhou seu nome, por ser brabo, e a Ratazana, por parecer um ratão do banhado. Por sinal, Ratazana esta prenha, prestes a dar luz a uma cria de cachorrinhos.

 Para os dois, a maior diversão, quando não estão trabalhando, é tentar adestrar os seus animais. Com uma porção de ração na mão, Gisele faz com que Priscila, se sente como se fosse gente, e não contente, até cruza as pernas, quer dizer, as patas.

 Se dependesse do casal, eles adotariam todos os cãezinhos que passam em frente a sua casa, entretanto, comenta Fábio, quando a noite caí, chega a ser incontável o número de caes latindo e uivando pelas ruas da Vila Brás. “Não sei a onde eles se escondem, acho que devem dormir durante o dia, porque de noite, eles aparecem aos montes”, comenta.

Perguntamos ao casal por que haviam tantos cachorros no bairro. Que pergunta! Eles se reproduzem e ficam pelas ruas. O divertido da história são as peripécias, as pérolas que só quem gosta de cachorro consegue ver. As lendas caninas, daquele “branco grandão que cuidava da outra rua”. Ou então “aquele monte que sai de noite e fica latindo, virando os lixos”. A verdade, segundo Gisele é que “as crianças não tem onde brincar na vila, a pracinha ta destruída, mas a cachorrada corre solta e se divertem pelas ruas do bairro”.

Tem gente que pode não gostar muito dos amiguinhos caninos, mas que eles têm uma vida boa, há, isso tem, ainda mais por aqui, pela Vila Brás, aqui sim se tem uma vida “boa pra cachorro”.

“Solta o som, DJ!”

Postado em *** Edição III ***, Adam Scheffel em 18 18UTC junho 18UTC 2010 por enfoquebras

Por Adam Scheffel

Eu e a repórter Julia Warken chegamos na Brás já sabendo nossa pauta. Mas não tendo a mínima ideia de onde começar. Queríamos caçar os novos talentos musicais que rondam a vila, além de descobrir o que os moradores andam escutando na rádio e cantando no chuveiro.  Fomos, paralelamente, sondando as bandas e conjuntos que nasceram por lá e arriscando um fala povo com a galera.

Podemos dizer que a segunda edição fez suarmos a camiseta. Ou melhor, suar o moletom, manta e casaco que fomos despindo no efeito cebola do dia. Começamos a peregrinação numa vila vizinha, atrás de Jonas Rodrigues, que durante o dia troca o palco por um terreno em construção, onde trabalha como pedreiro.

Ao fim da manhã, fomos parar nas últimas ruas da Brás, atrás do conhecido Leonardo Henrique Silveira da Silva de apenas nove anos, conhecido pela Rádio Entre Rios, onde seguidamente canta e encanta os ouvintes.

Concluímos que seja gospel, sertanejo ou samba, o importante e soltar a voz e sentir-se bem!

 

Carlos Eduardo indica as músicas do conjunto Rosa de Saron

Com apenas 11 anos, Leonardo Henrique Silveira da Silva faz sucesso na Rádio Entre Rios

Jonas Felício gosta de música sertaneja evangélica

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.